domingo, 22 de julho de 2012

O Peter Pan que mora em mim


Já faz um ano que escrevi o post aniversarístico de 2011. Ah esse tempo implacável que insiste em correr a jato. Esses ponteiros que só giram para o lado direito...  Meu Peter Pan interior fica todo agitado, apreensivo com a iminente saída da Terra do Nunca.  Talvez ele já devesse ter deixado, quem sabe? A minha Neverland é cheia de cor, brilho e muita música. Também tem espaço para as palavras, as pessoas queridas, as pequenas coisas que me colocam um sorriso no rosto.  Será que nesse mundão real tem isso tudo? Creio que sim. Sei que sim.  Todavia, ainda não me sinto impulsionada a vivê-lo na totalidade. Vou dançando a música que Deus toca pra mim. Pensou que eu não ia falar Dele? Tenho que falar. O espaço para Ele sempre será o maior, na Neverland ou em qualquer lugar. Espero que meus ouvidos estejam ouvindo a música certa, para eu não errar os passos.  Sei que Ele vai ter paciência de me ensinar de novo, amor não Lhe falta. Mas quero surpreendê-lo, como uma criança mostra para o pai que aprendeu a andar de bicicleta sem rodinha.  Quero fazê-lo sorrir e dizer: Essa é a minha garota! Enquanto o tempo, esse apressadinho, corre sem olhar pra trás, eu corro atrás da Monique que eu nasci pra ser, que meu Pai me fez pra ser.  Esse texto tem até cara de ter sido por uma menina prestes a completar 18 anos.  Adicione mais 10 anos e verás uma mulher que ainda acha que a palavra mulher é muito pesada pra ela e possui alguns sonhos numa caixinha com laço de fita. 



2 comentários:

Ronni Anderson disse...

O tempo. Ele me aflige também!
E, bem, você, pelo menos, sempre será a menininha dos seus pais! =)
Gosto de pensar que sou o bebê dos meus pais. haha!
Super abraço, Mel!

Monique Mello disse...

Ronni, meu leitor fiel! rs
Um super abraço tbm!

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