sexta-feira, 29 de julho de 2011

Cheers to me.

Post aniversarístico parte IV.


Ok, meu niver já passou há mais de uma semana. Mas quero registrar, quer deixar?? rss

Quando criança, adorava quando chegava o dia do meu aniversário. Dava-me frio na barriga e tudo! rs. Gostava da sensação de ser o MEU dia, me sentia especial, gostava de ganhar presentes (ainda gosto, é claro) e etc. Hoje em dia, gostaria de fazer aniversário de 5 em 5 anos! rs..
É engraçado como a até mesmo o conceito de um aniversário muda para uma pessoa com o passar do tempo. As crianças curtem o dia do nascimento com expectativas se irá ganhar aquele presente maneiro e caro que pediu para os pais, se terá algum passeio legal, a festinha, o tema da festa. Com o passar do tempo, cada ano pesa mais (principalmente para as mulheres, neah?), nos sentimos mais velhas experientes. Desejamos o poder de retardar o tempo para que possamos realizar tudo que queremos antes que seja tarde (na nossa maneira de contar o tempo, não a de Deus). Em contrapartida, o adulto - consciente e grato- encara o aniversário como mais uma oportunidade dada por Deus de viver tudo que Ele tem pra nós. Assim como o amanhecer de cada dia, o niver é um grande amanhecer de um sono de 365 dias.  A diferença é que cada um dorme de um jeito, uns têm o sono leve e agitado, outros sofrem de insônia, já outros são acometidos de sono profundo.
Acordar vivo nesse mundo louco é um presentão e tanto, não acham?

Meus agradecimentos aos que lembraram-se de mim, a quem esteve comigo, a quem se deu o trabalho de coprar um presente, uma lembrança. Não vou negar meu descontentamento com que se esqueceu. Sou humana, sensível, à flor da pele. Todavia, canalisar apenas aspectos ruins ninguém merece!! Precisamos sempre achar que o copo está metade cheio... Não é preciso ter 30 melhores amigos (aliás, quem é que consegue?), mas se houver 5 amigos verdadeiros, está de bom tamanho! (números simbólicos).




Cheers to me!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Trilha Sonora.

Post Aniversarístico parte III

Só porque toda vez que ouço essa canção fico cantando a plenos pulmões loucamente: Your love never fails!! Your love never fails!! Your love never faaaaaaaaaaaaails!! (Seu amor nunca falha)


Enjoy it!

Pulso.



O pulso ainda pulsa. E só porque ELE permitiu. Sou grata.


Ps: ainda no clima "aniversarístico".

quarta-feira, 20 de julho de 2011

De repente 27


E de repente, num piscar de olhos, estou mais perto dos 30 do que dos 20. Neste post "comemorativo" direi 27 coisas que vc poderia muito bem morrer sem saber sobre mim, mas se vc é curioso lá vai:

1- Já participei de concurso pra Paquita.
2- Tenho 127 pares de sapatos.
3- Como pipoca pelo menos três vezes por semana.
4 - Tive que parar de comer churros quase todos os dias por amor às minhas calças jeans.
5- Não tenho paciência para mascar chiclete durante muito tempo.
6- Quando criança, detestava farofa com todas as minhas forças. Hoje amo com todo o meu coração.
7- Só passei a curtir roupa amarela depois que fiquei ruiva.
8- Chego a ler três livros ao mesmo tempo, por pura ansiedade.
9- Até hoje, quando para pra assistir Chaves, me divirto.
10- Sim, amo tirar fotos de mim mesma. Tiro quantas me der na telha. Mas nem sempre foi assim.
11- Ao longo da vida, me matriculei 1058745 vezes em diversas academias.
12 - Falo sozinha. E quando alguém percebe eu finjo que estou cantando.
13 - Tenho uma atração surreal por músicas que quase ninguém conhece.
14 - Já fiz Jazz, sapateado, balé moderno, salsa, dança do ventre... hoje em dia tenho a coluna de uma velhinha de 60 anos.
15 - Comecei a fazer Kickboxing. Cuidado comigo! (brincadeira, sou uma banana :P).
16- Nasci com bronquite e fui totalmente curada aos 10 anos.
17 - Já fui arrastada por uma onda gigante, quase morri afogada e fui salva por um homem de sunga e chapéu de cowboy (!)
18 - Adoro sapatos vermelhos.
19- Acho dias nublados mais bonitos que dias ensolarados.
20 - Um dia pretendo fazer Teologia, mas temo o que isso pode fazer com a minha cabeça. De verdade.
21 - O meu pior defeito é a preguiça. Muitas vezes, o placar é 10x0 pra ela.
22- Não gosto de animais de estimação. Acho bonitinho os dos outros (nem todos), mas não tenho jeito nem pra brincar com eles.
23- Muitos me acham inteligente. Todavia, não tenho 1/3 da inteligência que gostaria de ter.
24 - De vez em quando, ainda compro revista Capricho.
25- Queria ter todas as bíblias de estudo do mundo.
26- Toda noite anterior ao meu aniversário eu choro. Ora de alegria, ora de gratidão, ora de melancolia, mas choro. Não sei explicar.
27- Ainda vou passar um Natal em New York e morar na Austrália. Alguém duvida?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

E ele não está mais aqui.

Há um tempinho atrás, uma amiga minha teve a brilhante ideia (porque muitas vezes isso não dá certo) de me apresentar a um primo do seu marido. Pessoas solteiras de vinte e tantos anos passam por isso constantemente. Minha amiga, é claro, falou muito bem do rapaz, destacou suas qualidades e contou inclusive sobre a última desilusão amorosa dele (uma história triste por sinal).
O engraçado é que não precisou de nenhum encontro marcado ou alguma situação "armada" pela minha amiga. No instante em que eu estava na casa dela, ele simplesmente apareceu! (ele era primo do marido dela, lembram?) Fomos apresentados e, aparentemente, ele correspondia à descrição feita. Uma pessoa simpaticíssima, agradável, educado, com Deus no coração. Todavia, o propósito real de minha amiga foi frustrado, pois não aconteceu a famosa "química", necessário para ocorrer a "física" e por fim uma "história". Não, não nos tornaríamos um casal, mas nos tornaríamos amigos se o tempo deixasse, se o destino quisesse, se Deus assim permitisse. 
Ele era o tipo de pessoa que gosto de ter por perto: um cristão na essência da palavra, sem ser bitolado, inteligente e super batalhador. Depois do dia em que o conheci, estive com ele umas três vezes. Há pouco mais de um mês, ele me contemplou com uma carona até minha casa e disse: "Ah, então é aqui que a Monique mora!" e emendou com um convite: "Vamos combinar de você pregar na minha igreja? Já ouvi falar de você ministrando..." Eu sorri, disse que depois conversaríamos, me despedi e desci do carro.
Ontem, domingo 10 de Julho de 2011, recebo um telefonema com uma notícia. Ele descobriu onde eu moro mas não me fará uma visita. Eu não vou pregar na igreja dele. Eu não vou mais torcer para que, enfim, ele seja feliz no amor. Ele se foi. A tuberculose o levou.
Nossa relação efêmera se resumiu a uns quatro encontros casuais. Meu coração se entristece, mas também se alegra por tê-lo conhecido. Lidar com a morte não é nada fácil. Para uns é mais difícil que para outros, mas não é fácil pra ninguém que tenha um coração de carne.
Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto? João 11: 25-26
A certeza plena só Deus a tem. Mesmo assim, gosto de crer e confiar que ele se encaixa nessa palavra, que está num lugar muito melhor e que lá na glória encontrarei um rapaz sorridente, loiro, de olhos azuis e bochechas tão vermelhas que lhe renderam o apelido de Camarão.