sábado, 28 de abril de 2012

O som do coração



Esse é o título em português para o filme "August Rush". Lyla Novacek (Keri Russel, a eterna "Felicity") e Louis Connelly (Jonathan Rhys Meyers), são dois músicos talentosos. Ela violoncelista, ele um roqueiro irlandês que toca com o irmão. Os dois se apaixonam e Lyla fica grávida. Uma série de eventos os separam, Lyla sofre um acidente e seu pai doa o bebê para adoção. Onze anos depois, conhecemos Evan/August Rush, o personagem título e filho do casal, um menino com um dom nato pra música e encontra música em qualquer som possível. Incompreendido pelas demais crianças do orfanato, ele foge e tem certeza que é através da música que reencontrará seus pais. Nas ruas ele conhece Wizard (Robbin Willians), um músico de rua falido que o acolhe.


O filme é de 2007, mas só assisti nesta tarde de sábado. E gostei. Tem um pouco de sonho, de ilusão, desilusão, tudo regido por música. A historia é lindinha, mas não posso ignorar que contém um pouco de irrealidade, como por exemplo a rápida admissão de August na mais conceituada escola de música dos Estados Unidos. Vamos combinar que na real life o coitado do menino estaria perambulando pelas ruas de New York por um bom tempo! Não obstante, o filme é gostoso de assistir. Inclusive, meu pai, que gosta de filmes de guerra e tiroteios, assistiu comigo e gostou também.
Jonathan Rhys Meyers, intérprete do menino, tem muito talento e emociona. Ele tem olhos tão expressivos e um jeito tão doce que dá vontade de fazer a Nazaré e roubar a criança pra gente. O filme também nos faz lembrar que herdamos dos pais mais do que características físicas e que dons e talentos são hereditários. Fora também o sorrisinho bobo no rosto depois que ele acaba, rs*

sábado, 21 de abril de 2012

All The Single Ladies

Atenção: texto com doses de fel

Curioso a cisma e desconfiança com pessoas solteiras - sobretudo mulheres - enquanto os maiores escândalos sexuais da igreja moderna são entre pessoas casadas. Falo com total conhecimento de causa. Olha, conheço tantos casos de adultério de pessoas casadas com outras também casadas. Como diria o Pregador Luo: vixi, muita treta vixi.

É muita treta, mano. Parece que nesse mundo evangeliquês exista um prazo de validade para as pessoas casarem. Acredito que talvez seja os +ou- os 25 anos. Já fui lider de célula na minha igreja local e uma discípula certa vez me contou que uma pessoa a advertiu: "Tem certeza que você vai ficar com a Monique? Ela é solteira, pode cair..."
WHAT??? A sorte desse abençoado(a) é que ela não quis me dizer quem foi (não, eu não sou nem um pouco pergigosa, mas sei me defender). Então, só quem não tem uma aliança no dedo é passível de cair? E que tipo de queda? Fazer sexo antes do casamento? Sim, pois somente os pecados sexuais são penalizados. Mentir, pregar o que não vive, passar por cima das pessoas está liberado. Fique à vontade, só nao faça sexo.
E quanto a 'cargos' e 'ministérios'? Eu sou uma pessoa totalmente isenta de ambições ministeriais, tenho até aflição. Se eu não fosse, ja seria uma pessoa frustrada quanto a isso. Hello (#Valfellings), o Apóstolo Paulo era solteiro, povo!
Saindo um pouco do âmbito 'igreja', isso acontece em todas as esferas sociais. Afinal, não é inerente à religião,mas ao ser humano. Embora no meio cristão eu sinta que é maximizado. Há um episódio de Sex And The City em que uma amiga casada da Carrie morre de cíumes dela e deixa bem claro que é pelo seu estado civil. E isso é assunto do episódio inteiro. Uma amiga já me disse que nunca sairia com seu noivo e uma pessoa solteira, pois significa levar carne para o churrasco..
Não quero tapar o sol com a peneira. Entendo sim que se parta do princípio que uma pessoa sozinha pode ser mais carente e vulnerável. E quando a carencia toma conta, os riscos de confundir as coisas são grandes. Entretanto, o que dizer sobre o casado que teoricamente teria que se 'contentar' com o que tem em casa, afinal foi ele(a) que escolheu, mas tem a necessidade de variar o cardápio? É a verdade, Brasil.

Eu vou caminhando, cantando e seguindo a canção. E por falar em canção, como disse no post anterior, o amor  é uma dança que não se dança só, mas aviso que quero alguém que assim como eu, esteja dançando sozinho.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Amor e outras danças.

 Inspirada por esse Tweet e posteriormente por uma breve conversa com um amigo. 

Confabulamos a respeito dessa dança que passamos a vida tentando aprender os passos. Há quem tem desenvoltura e aprende rápido, tornando-se um exímio dançarino. Nasceu com o dom. Outros são desajeitados, trocam os passos, pisam nos pés de seus parceiros até que possam bailar com esmero pelo salão da vida. Para muitos outros, dançar é muito difícil. Uma atividade que requer esforço, doação de si e perseverança para não desistir após o primeiro tombo ou contusão. E quando o espetáculo torna-se um vexame? Ah, para tal sempre há uma platéia com vaias na ponta da língua e dedos apontado com veemência. Pobre daqueles que nunca aprendem a coreografia. Pobres dos que nem ao menos tentam. Vivem sem saber que dançar é muito bom. 
Eu conheço um ótimo professor de dança. O professor dos professores. É Jesus, mas não o Carlinhos. Ele sim sabe o que é dançar, porque a essência está nEle! As coreografias da nossa vida são arquitetadas por Ele, ou pelo menos é o que Ele adoraria, se não insistíssemos em seguir os passos sozinhos muitas vezes.
Que tal cansar dessa carreira solo e convidar alguém pra bailar?
O amor é dança que não se dança só.


sábado, 14 de abril de 2012

12 Nuncas: Fevereiro

Fazer cupcakes

Isso mesmo, Fevereiro.  E foi realmente realizado em Fevereiro. Sim, eu sei que já estamos em Abril, mas pulemos essa parte, rs

Os cupcakes, essas coisinhas lindinhas que por vezes parecem mais artigos de decoração têm sua origem no Reino Unido, ao contrário do que se pensa (não, eles não são dos EUA). O nome cupcake, que em português significa "bolo de xícara", refere-se à medida em cups (xícaras) e o fato da massa serem assadas nelas. Isso foi revolucionário na época (mais ou menos a década de 1920) por facilitar a vida das donas de casa. Entretanto, embora não sejam americanos, foi Nova York - sempre ela - que propagou os bolinhos para o mundo.
A essa altura, talvez os cupcakes sejam para os norte americanos como os cajuzinhos, mas aqui no Brasilsilsil ainda é um pouco novidade.

Chega de história, ne?! Certo dia me bateu uma vontade louca de tentar fazer a guloseima e então decidi que poderia ser um "nunca". Agora, além da Helen temos uma nova integrante: a Datiele, minha querida Dati. Aliás, o cenário da peripécia foi a casa dela. Eu amo TODAS as minhas amigas casadas, cada uma de um jeito especial, mas a Dati certamente é a que mais dá confiança às minhas ideias, rs
Foi um dia bem gostoso, desde a compra dos ingredientes -coberturas de todas as cores possíveis para escolher - ao preparo e por fim, a degustação! Decorar foi bem divertido e além de bonitos, ficaram deliciosos. Como disse a Helen: " Se 'eu nunca' ficou assim, imagine se fosse um 'eu sempre' ". 
Vamos às fotos:









Licença poética da Helen, rs*