terça-feira, 31 de julho de 2012

Filme: Maluca Paixão

Post escrito há umas duas semanas, mas esqueci de publicar. Ningém merece! :P

                                                                         
hgsfhshsAssisti a esse filme na época de seu lançamento, há uns dois anos, mas neste último fim de semana ele foi exibido pela Globo e a Fox e acabei assistindo novamente. O título original é All About Steve e é estrelado por Sandra Bullock. A atriz dá vida à Mary, uma cruciverbalista  (pessoas que elaboram as palavras cruzadas). Justamente pelo seu ofício, Mary possui um vasto conhecimento sobre tudo, de História a Biologia. Seu excesso de informações não cabe em si e ela precisa falar, falar e falar o tempo todo e ninguém agüenta seus ataques verborrágicos. A mocinha é um tanto excêntrica, mas apesar de tanta inteligência ela carrega dentro de si uma certa inocência e ingenuidade. E quem é o tal de Steve do título original? É o feio do Bradley Cooper (Se Beber Não Case 1 e 2). Eles se conhecem num encontro às escuras armado pelos pais de ambos. [Hello, porque ninguém me arruma um encontro desses??]
Já no primeiro encontro, Steve se assusta com o jeito crazy de Mary, embora ele a ache uma gata,  e cai fora na 1ª oportunidade, mas ela não entende direito o recado e dá início a uma caçada ao galã. Steve é cinegrafista de um telejornal e Mary o segue por todas as cidades norte americanas em que ele vai cobrir um acontecimento. 

 
O filme é leve, tem seus momentos divertidos e fofos, mas é claro que não é o melhor filme da nossa querida Sandrinha. Inclusive, por esse filme ela ganhou o Framboesa de Ouro em 2010 ( um Oscar às avessas em que elege os piores do ano). Uma ironia, já que no mesmo ano ela levou o Oscar de melhor atriz pelo filme Sonho Possível. O enredo pode até ser um pouco fraquinho, mas como ótima atriz que é, Sandra Bullock cumpre muito bem o papel da trintona que ainda mora com os pais, com uma mente brilhante e pureza de coração. O filme passa a mensagem de que todos nós somos seres singulares,  cada qual com sua particularidade, que é justamente o que nos torna especiais.
Vale assistir despretensiosamente, sem muitas cobranças e com tempo livre, pra não reclamar depois, rs.

As pérolas de Mary que mais gostei:

"A palavra 'Vá' não é divertida... A palavra 'Vamos' é muito mais divertida..."

"Outra regra pra palavra cruzada é: Nada de Lápis... Se for fazer uma palavra cruzada com lápis é a mesma coisa que gritar com os lábios colados... não sai... Se for fazer uma palavra cruzada faça sem medo, com naturalidade e com caneta... Eu prefiro as azuis com ponta média, mas isso é inútil demais pra se levar em conta... É só escolher o seu caminho e ir em frente..."

"Se ama alguém, deixe-a livre, se tiver que persegui-la é porque não era pra ficar com ela.."



Em tempo: nem foi proposital, mas coinscidentemente, hoje é aniversário da Sandra Bullock (48 anos - fiu fiu!). Happy Birthday Sandrinha!



domingo, 29 de julho de 2012

Marley & Eu - Música & Eu

No clima do filme Marley & Eu que assisti hoje, vos deixo essa música do The Verver. Há muito tempo atrás eu já achei que era do Oasis. Você também pensou, confessa, vai. Ok, além da voz, o cabelinho do vocalista também ajuda a confundir :P


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domingo, 22 de julho de 2012

O Peter Pan que mora em mim


Já faz um ano que escrevi o post aniversarístico de 2011. Ah esse tempo implacável que insiste em correr a jato. Esses ponteiros que só giram para o lado direito...  Meu Peter Pan interior fica todo agitado, apreensivo com a iminente saída da Terra do Nunca.  Talvez ele já devesse ter deixado, quem sabe? A minha Neverland é cheia de cor, brilho e muita música. Também tem espaço para as palavras, as pessoas queridas, as pequenas coisas que me colocam um sorriso no rosto.  Será que nesse mundão real tem isso tudo? Creio que sim. Sei que sim.  Todavia, ainda não me sinto impulsionada a vivê-lo na totalidade. Vou dançando a música que Deus toca pra mim. Pensou que eu não ia falar Dele? Tenho que falar. O espaço para Ele sempre será o maior, na Neverland ou em qualquer lugar. Espero que meus ouvidos estejam ouvindo a música certa, para eu não errar os passos.  Sei que Ele vai ter paciência de me ensinar de novo, amor não Lhe falta. Mas quero surpreendê-lo, como uma criança mostra para o pai que aprendeu a andar de bicicleta sem rodinha.  Quero fazê-lo sorrir e dizer: Essa é a minha garota! Enquanto o tempo, esse apressadinho, corre sem olhar pra trás, eu corro atrás da Monique que eu nasci pra ser, que meu Pai me fez pra ser.  Esse texto tem até cara de ter sido por uma menina prestes a completar 18 anos.  Adicione mais 10 anos e verás uma mulher que ainda acha que a palavra mulher é muito pesada pra ela e possui alguns sonhos numa caixinha com laço de fita.