quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Jukebox #3

E a palavrinha mágica de hoje é: surrender *-*


Misty Edwards: Finally I Surrender



Ps: não foi possível incorporar o video aqui, sorry :(


Kim Walker - I Surrender

 


Seventh Day Slumber  - Surrender
 

sábado, 4 de agosto de 2012

O que eu preciso

Diálogo entre minha mãe e eu na semana do meu aniversário:

- Monique, eu vou te dar de presente algo que você precise.
- Então vc vai colocar Jesus num saco de presente com lacinho?!
[...]

Lembrei desse diálogo porque hoje Ele esfregou na minha face que eu nunca posso me esquecer disso. Mesmo que saibamos da nossa necessidade Dele, algumas pedras no caminho podem insistir em nos atrapalhar. Se tropeçarmos, Ele prontamente estende a mão para nos levantar. Eu acredito que Ele até se apresse em retirar pedras do nosso caminho, mas também acredito que algumas precisam estar lá. Eu posso querer correr demais, posso estar desatenta e distraída ou até dormir no ponto. De alguma forma ou de outra o meu Jesus lindão sempre estará lá pra me socorrer, através de algo inerente somente a Ele: graça.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Filme: Maluca Paixão

Post escrito há umas duas semanas, mas esqueci de publicar. Ningém merece! :P

                                                                         
hgsfhshsAssisti a esse filme na época de seu lançamento, há uns dois anos, mas neste último fim de semana ele foi exibido pela Globo e a Fox e acabei assistindo novamente. O título original é All About Steve e é estrelado por Sandra Bullock. A atriz dá vida à Mary, uma cruciverbalista  (pessoas que elaboram as palavras cruzadas). Justamente pelo seu ofício, Mary possui um vasto conhecimento sobre tudo, de História a Biologia. Seu excesso de informações não cabe em si e ela precisa falar, falar e falar o tempo todo e ninguém agüenta seus ataques verborrágicos. A mocinha é um tanto excêntrica, mas apesar de tanta inteligência ela carrega dentro de si uma certa inocência e ingenuidade. E quem é o tal de Steve do título original? É o feio do Bradley Cooper (Se Beber Não Case 1 e 2). Eles se conhecem num encontro às escuras armado pelos pais de ambos. [Hello, porque ninguém me arruma um encontro desses??]
Já no primeiro encontro, Steve se assusta com o jeito crazy de Mary, embora ele a ache uma gata,  e cai fora na 1ª oportunidade, mas ela não entende direito o recado e dá início a uma caçada ao galã. Steve é cinegrafista de um telejornal e Mary o segue por todas as cidades norte americanas em que ele vai cobrir um acontecimento. 

 
O filme é leve, tem seus momentos divertidos e fofos, mas é claro que não é o melhor filme da nossa querida Sandrinha. Inclusive, por esse filme ela ganhou o Framboesa de Ouro em 2010 ( um Oscar às avessas em que elege os piores do ano). Uma ironia, já que no mesmo ano ela levou o Oscar de melhor atriz pelo filme Sonho Possível. O enredo pode até ser um pouco fraquinho, mas como ótima atriz que é, Sandra Bullock cumpre muito bem o papel da trintona que ainda mora com os pais, com uma mente brilhante e pureza de coração. O filme passa a mensagem de que todos nós somos seres singulares,  cada qual com sua particularidade, que é justamente o que nos torna especiais.
Vale assistir despretensiosamente, sem muitas cobranças e com tempo livre, pra não reclamar depois, rs.

As pérolas de Mary que mais gostei:

"A palavra 'Vá' não é divertida... A palavra 'Vamos' é muito mais divertida..."

"Outra regra pra palavra cruzada é: Nada de Lápis... Se for fazer uma palavra cruzada com lápis é a mesma coisa que gritar com os lábios colados... não sai... Se for fazer uma palavra cruzada faça sem medo, com naturalidade e com caneta... Eu prefiro as azuis com ponta média, mas isso é inútil demais pra se levar em conta... É só escolher o seu caminho e ir em frente..."

"Se ama alguém, deixe-a livre, se tiver que persegui-la é porque não era pra ficar com ela.."



Em tempo: nem foi proposital, mas coinscidentemente, hoje é aniversário da Sandra Bullock (48 anos - fiu fiu!). Happy Birthday Sandrinha!



domingo, 29 de julho de 2012

Marley & Eu - Música & Eu

No clima do filme Marley & Eu que assisti hoje, vos deixo essa música do The Verver. Há muito tempo atrás eu já achei que era do Oasis. Você também pensou, confessa, vai. Ok, além da voz, o cabelinho do vocalista também ajuda a confundir :P


***

domingo, 22 de julho de 2012

O Peter Pan que mora em mim


Já faz um ano que escrevi o post aniversarístico de 2011. Ah esse tempo implacável que insiste em correr a jato. Esses ponteiros que só giram para o lado direito...  Meu Peter Pan interior fica todo agitado, apreensivo com a iminente saída da Terra do Nunca.  Talvez ele já devesse ter deixado, quem sabe? A minha Neverland é cheia de cor, brilho e muita música. Também tem espaço para as palavras, as pessoas queridas, as pequenas coisas que me colocam um sorriso no rosto.  Será que nesse mundão real tem isso tudo? Creio que sim. Sei que sim.  Todavia, ainda não me sinto impulsionada a vivê-lo na totalidade. Vou dançando a música que Deus toca pra mim. Pensou que eu não ia falar Dele? Tenho que falar. O espaço para Ele sempre será o maior, na Neverland ou em qualquer lugar. Espero que meus ouvidos estejam ouvindo a música certa, para eu não errar os passos.  Sei que Ele vai ter paciência de me ensinar de novo, amor não Lhe falta. Mas quero surpreendê-lo, como uma criança mostra para o pai que aprendeu a andar de bicicleta sem rodinha.  Quero fazê-lo sorrir e dizer: Essa é a minha garota! Enquanto o tempo, esse apressadinho, corre sem olhar pra trás, eu corro atrás da Monique que eu nasci pra ser, que meu Pai me fez pra ser.  Esse texto tem até cara de ter sido por uma menina prestes a completar 18 anos.  Adicione mais 10 anos e verás uma mulher que ainda acha que a palavra mulher é muito pesada pra ela e possui alguns sonhos numa caixinha com laço de fita. 



sábado, 16 de junho de 2012

Jukebox #2

E na semana dos namorados, a palavra é :


Enjoy it! ♥♥

Avalanche City - Love Love Love




Birdy - Skiny Love



Alexi Murdoch - Love You More




Adele - First Love 





Ps: preferi colocar só a barra dessa vez, pra evitar a 'poluição' visual. ;)

terça-feira, 5 de junho de 2012

Crazy



“As únicas pessoas que interessam para mim são as loucas.
Loucas para viver;
loucas para falar;
loucas para serem salvas;
que desejam tudo ao mesmo tempo;
que bocejam diante do comum e ardem, ardem como fabulosos fogos de artifício que explodem em mil centelhas entre as estrelas”
 

Jack Kerouac

domingo, 3 de junho de 2012

Jukebox

Estava vasculhando arquivos do meu pc e quis ouvir uma música que eu sabia que tinha, mas não me lembrava o nome e tampouco o artista (essa minha mania de garimpar loucamente nas internê). A única pista era a impressão de que havia a palavra 'water' no título. Então coloquei a palavra no localizador e, além da música que eu procurava, musicas que já não ouvia há um tempo foram localizadas. Minha pasta de músicas não tem fim. É uma dízima periódica.
Então resolvi compartilhar aqui as canções que tenho com water no título. Gostei dessa 'brincadeira' e resolvi fazer mais vezes. Vai virar uma tag: jukebox. Experimente fazer isso também e surpreenda-se com uma playlist improvável, mas também interessante!

Post Foetus - The Water



Brooke Fraser - Something in The Water


High Highs - White Water



Florence and The Machine - What the Water gave me



Britt Nicole - Walk on Water



Até a próxima jukebox ;)




















sábado, 2 de junho de 2012

Intrínseco

Pagou um preço que não posso pagar
Sofreu tortura em meu lugar
Por meus pecados foi sacrificado
Por Teu amor fui perdoado
Tu és o verbo que eu quero conjugar
Até o fôlego me faltar
Me pega pela mão e me conduz ao caminho
Dando-me a certeza de não estar sozinho
Esses versos e rimas bobos
Pois bobo é o amor
E como não ser bobo de amor por ti Senhor?
Amor consumado naquela rude cruz
Seu nome em meu peito está tatuado, Jesus.






sábado, 26 de maio de 2012

Orgulho nerdício



Ontem, 25 de Maio, foi o dia do orgulho nerd. A data foi estabelecida porque neste mesmo dia, em 1977, chegava às telas dos cinemas o primeiro filme da série que se transformou em um dos maiores expoentes nerd da história: o filme Star Wars. Nesse dia também é comemorado o Dia da Toalha, em homenagem aos fãs da série O Guia do Mochileiro das Galáxias de Douglas Adams. Na saga vivida por Arthur Dent a toalha é equipamento especial de qualquer mochileiro, uma vez que é util nas mais diversas situações.


Vamos ao 'X' da questão:  incrível como ser nerd hoje em dia virou moda, virou cool. Confesso não saber ao certo quando deu-se esse o fenômeno. Só sei que em 2007 os produtores de The Big Bang Theory tiveram essa sacada e acertaram em cheio, pois a série é um sucesso. A série retrata o cotidiano de quatro nerds e sua vizinha bonitona.
Os nerds não mudaram, eles não tornaram -se mais decolados ou mais pop. O que ocorre é que muitas pessoas agora querem tronar-se um nerd. E como se faz? Simples: basta uma combinação de óculos, camisa xadrez e artefatos da apple. O que está na moda é o 'estilo',a indumentária, a imagem, mas estudar (quase)ninguém quer. Eu não sou uma nerd, pelo menos não estereotipada. Provas cabais: na escola eu era do grupo dos populares, não curto Star Wars, odeio Harry Potter com todas as minhas forças, não sou muito boa em exatas, não leio quadrinhos (só Turma da Mônica quando criança). Todavia, se partimos do pressuposto de que nerd, a grosso modo, é aquele que gosta de estudar e se aprofundar sobre algo, então posso até me considerar uma. Apesar de ser da turma dos populares, eu tirava notas excelentes. Apesar de não ler quadrinhos, adoro os filmes de super heróis da Marvel, meu preferido é o Homem-Aranha. Adoro ler, leio o tempo inteiro. Sou afficcionada por seriados e filmes. Penso que conhecimento não ocupa espaço.

 Despeço-me não negligenciando também as bitches girls que consideram os nerds mais atraentes, pois sabem que o nerdzinho de hoje pode ser o bilionário de amanhã. Mark Zuckerberg que o diga.



sábado, 28 de abril de 2012

O som do coração



Esse é o título em português para o filme "August Rush". Lyla Novacek (Keri Russel, a eterna "Felicity") e Louis Connelly (Jonathan Rhys Meyers), são dois músicos talentosos. Ela violoncelista, ele um roqueiro irlandês que toca com o irmão. Os dois se apaixonam e Lyla fica grávida. Uma série de eventos os separam, Lyla sofre um acidente e seu pai doa o bebê para adoção. Onze anos depois, conhecemos Evan/August Rush, o personagem título e filho do casal, um menino com um dom nato pra música e encontra música em qualquer som possível. Incompreendido pelas demais crianças do orfanato, ele foge e tem certeza que é através da música que reencontrará seus pais. Nas ruas ele conhece Wizard (Robbin Willians), um músico de rua falido que o acolhe.


O filme é de 2007, mas só assisti nesta tarde de sábado. E gostei. Tem um pouco de sonho, de ilusão, desilusão, tudo regido por música. A historia é lindinha, mas não posso ignorar que contém um pouco de irrealidade, como por exemplo a rápida admissão de August na mais conceituada escola de música dos Estados Unidos. Vamos combinar que na real life o coitado do menino estaria perambulando pelas ruas de New York por um bom tempo! Não obstante, o filme é gostoso de assistir. Inclusive, meu pai, que gosta de filmes de guerra e tiroteios, assistiu comigo e gostou também.
Jonathan Rhys Meyers, intérprete do menino, tem muito talento e emociona. Ele tem olhos tão expressivos e um jeito tão doce que dá vontade de fazer a Nazaré e roubar a criança pra gente. O filme também nos faz lembrar que herdamos dos pais mais do que características físicas e que dons e talentos são hereditários. Fora também o sorrisinho bobo no rosto depois que ele acaba, rs*

sábado, 21 de abril de 2012

All The Single Ladies

Atenção: texto com doses de fel

Curioso a cisma e desconfiança com pessoas solteiras - sobretudo mulheres - enquanto os maiores escândalos sexuais da igreja moderna são entre pessoas casadas. Falo com total conhecimento de causa. Olha, conheço tantos casos de adultério de pessoas casadas com outras também casadas. Como diria o Pregador Luo: vixi, muita treta vixi.

É muita treta, mano. Parece que nesse mundo evangeliquês exista um prazo de validade para as pessoas casarem. Acredito que talvez seja os +ou- os 25 anos. Já fui lider de célula na minha igreja local e uma discípula certa vez me contou que uma pessoa a advertiu: "Tem certeza que você vai ficar com a Monique? Ela é solteira, pode cair..."
WHAT??? A sorte desse abençoado(a) é que ela não quis me dizer quem foi (não, eu não sou nem um pouco pergigosa, mas sei me defender). Então, só quem não tem uma aliança no dedo é passível de cair? E que tipo de queda? Fazer sexo antes do casamento? Sim, pois somente os pecados sexuais são penalizados. Mentir, pregar o que não vive, passar por cima das pessoas está liberado. Fique à vontade, só nao faça sexo.
E quanto a 'cargos' e 'ministérios'? Eu sou uma pessoa totalmente isenta de ambições ministeriais, tenho até aflição. Se eu não fosse, ja seria uma pessoa frustrada quanto a isso. Hello (#Valfellings), o Apóstolo Paulo era solteiro, povo!
Saindo um pouco do âmbito 'igreja', isso acontece em todas as esferas sociais. Afinal, não é inerente à religião,mas ao ser humano. Embora no meio cristão eu sinta que é maximizado. Há um episódio de Sex And The City em que uma amiga casada da Carrie morre de cíumes dela e deixa bem claro que é pelo seu estado civil. E isso é assunto do episódio inteiro. Uma amiga já me disse que nunca sairia com seu noivo e uma pessoa solteira, pois significa levar carne para o churrasco..
Não quero tapar o sol com a peneira. Entendo sim que se parta do princípio que uma pessoa sozinha pode ser mais carente e vulnerável. E quando a carencia toma conta, os riscos de confundir as coisas são grandes. Entretanto, o que dizer sobre o casado que teoricamente teria que se 'contentar' com o que tem em casa, afinal foi ele(a) que escolheu, mas tem a necessidade de variar o cardápio? É a verdade, Brasil.

Eu vou caminhando, cantando e seguindo a canção. E por falar em canção, como disse no post anterior, o amor  é uma dança que não se dança só, mas aviso que quero alguém que assim como eu, esteja dançando sozinho.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Amor e outras danças.

 Inspirada por esse Tweet e posteriormente por uma breve conversa com um amigo. 

Confabulamos a respeito dessa dança que passamos a vida tentando aprender os passos. Há quem tem desenvoltura e aprende rápido, tornando-se um exímio dançarino. Nasceu com o dom. Outros são desajeitados, trocam os passos, pisam nos pés de seus parceiros até que possam bailar com esmero pelo salão da vida. Para muitos outros, dançar é muito difícil. Uma atividade que requer esforço, doação de si e perseverança para não desistir após o primeiro tombo ou contusão. E quando o espetáculo torna-se um vexame? Ah, para tal sempre há uma platéia com vaias na ponta da língua e dedos apontado com veemência. Pobre daqueles que nunca aprendem a coreografia. Pobres dos que nem ao menos tentam. Vivem sem saber que dançar é muito bom. 
Eu conheço um ótimo professor de dança. O professor dos professores. É Jesus, mas não o Carlinhos. Ele sim sabe o que é dançar, porque a essência está nEle! As coreografias da nossa vida são arquitetadas por Ele, ou pelo menos é o que Ele adoraria, se não insistíssemos em seguir os passos sozinhos muitas vezes.
Que tal cansar dessa carreira solo e convidar alguém pra bailar?
O amor é dança que não se dança só.


sábado, 14 de abril de 2012

12 Nuncas: Fevereiro

Fazer cupcakes

Isso mesmo, Fevereiro.  E foi realmente realizado em Fevereiro. Sim, eu sei que já estamos em Abril, mas pulemos essa parte, rs

Os cupcakes, essas coisinhas lindinhas que por vezes parecem mais artigos de decoração têm sua origem no Reino Unido, ao contrário do que se pensa (não, eles não são dos EUA). O nome cupcake, que em português significa "bolo de xícara", refere-se à medida em cups (xícaras) e o fato da massa serem assadas nelas. Isso foi revolucionário na época (mais ou menos a década de 1920) por facilitar a vida das donas de casa. Entretanto, embora não sejam americanos, foi Nova York - sempre ela - que propagou os bolinhos para o mundo.
A essa altura, talvez os cupcakes sejam para os norte americanos como os cajuzinhos, mas aqui no Brasilsilsil ainda é um pouco novidade.

Chega de história, ne?! Certo dia me bateu uma vontade louca de tentar fazer a guloseima e então decidi que poderia ser um "nunca". Agora, além da Helen temos uma nova integrante: a Datiele, minha querida Dati. Aliás, o cenário da peripécia foi a casa dela. Eu amo TODAS as minhas amigas casadas, cada uma de um jeito especial, mas a Dati certamente é a que mais dá confiança às minhas ideias, rs
Foi um dia bem gostoso, desde a compra dos ingredientes -coberturas de todas as cores possíveis para escolher - ao preparo e por fim, a degustação! Decorar foi bem divertido e além de bonitos, ficaram deliciosos. Como disse a Helen: " Se 'eu nunca' ficou assim, imagine se fosse um 'eu sempre' ". 
Vamos às fotos:









Licença poética da Helen, rs*



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Eu quero falar desse Kevin


Resolvi bancar a crítica de cinema e fazer resenha de filmes. Não sou nenhuma Isabela Boscov e tampouco cinéfila, mas gosto de assistir filmes, tenho prazer nisso.  O abre alas é o thriller psicólógico Precisamos Falar Sobre o Kevin ( título original: We Need To Talk About Kevin - tradução fiel ao título Aleluiaaaaas!).


Sinopse: Eva (Tilda Swinton) é mãe de Kevin (Ezra Miller), adolescente que cometeu assassinato em massa em sua escola. Sem conseguir entender as ações do filho, ela tenta lidar com sua dor e o sentimento de culpa, por se sentir responsável pelo fato.

Crítica by myself: Esse é o tipo de filme que trata sobre o ponto de vista da família de um sociopata. As vítimas aqui são anônimas, mal aparecem. Me arrisco a dizer que são irrelevantes. Talvez nunca paramos para analisar a posição dos pais perante a sociedade, após os atos de seus filhos. Você já parou para pensar no que sentem a família dos Nardoni? Ou do Lindemberg? Até que ponto a educação dada pelos genitores influenciam no caráter dos filhos? Nas suas escolhas para o futuro? A mente humana é uma incógnita e capaz das maiores atrocidades sem necessariamente ter um motivo aparente.
A narrativa não é linear, ou seja, transita entre passado e presente. Uma construção aleatória, porém inteligível, não permitindo que o expectador se perca. Vemos a tentativa de Eva em se adaptar a uma nova realidade após um ato insano de seu filho adolescente mesclada com o crescimento do menino e a difícil relação entre mãe e filho.

Nas primeiras horas após término do filme é quase impossível não ficar com pânico da paternidade, sério. Misturado ao questionamento do porquê o filme não estar entres os indicados ao Oscar. E por falar em Oscar, se houvesse uma categoria  Melhor Olhar de "sou pertubado, me leve para a Universal urgentemente", certamente iria para Ezra Miller. Duvida? Clique aqui. E o que dizer da Tilda Swinton? Aquela atriz com aparência andrógena que assusta um pouco. Atuação visceral, orgânica. É quase possível sentir o desespero e a agonia junto com ela. 

De um ponto de vista pessoal, não posso deixar de pensar em como Deus fez falta a essa família. Como deve ser difícil passar por uma tragédia sem se agarrar 'em algo que é maior do que você'.             
Um soco na boca do estômago. Acredite, você vai querer falar muito sobre o Kevin.    

domingo, 5 de fevereiro de 2012

12 nuncas: Janeiro.

"Bradar dos altos montes..."

Há muuuuuito tempo não ouço David Quilan, mas uma canção me marcou bastante. É uma canção até repetitiva, sem uma letra extensa, mas que me conduzia a uma adoração profunda e uma vontade intensa de fazer literalmente o que letra diz: "Eu bradarei dos altos montes, Deus, eu te amo"...

Eu brado meu amor a Deus todos os dias, todas as minhas palavras nem são o suficientes para expressar minha gratidão por esse amor incondicional a mim, um ser tão falho. Sei que Deus não nos ouve só no monte, não tenho essa concepção. Converso - e muito- com Ele no meu cantinho, no meu quarto (que é um ótimo monte, rs). Entretanto, não dá pra negar que adorá-lo em meio a natureza é muito diferente. Adorá-lo em meio à sua criação é inspirador, recofortante. Já subi monte algumas vezes, mas nunca "bradei" meu amor por ele lá de cima.

Então ficou decidido que o 1° nunca do ano seria esse. Eu e minha amiga Helen (que topa tudo!) subimos ao Monte das Oliveiras e foi assim: sem propósitos, sem busca de fogo e poder, só a expressão do nosso amor por Ele. Vc já experimentou fazê-lo? Eu recomendo, é maravilhoso!

E que, além dos altos montes, brademos nosso amor por Deus em todos os lugares possíveis.

*Ouça a música inspiradora do nunca aqui.
** Clique nas fotos para ampliá-las




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Os 'nuncas' da vida.

Hoje quero dar uma dica super legal. Nas minhas andanças pela rede, achei um site inspirador. Na verdade, já faz um tempo, mas só agora tive o insight de compartilhar aqui e o motivo vocês saberão ao final do post.

Duas amigas mineiras que moram no Rio de Janeiro, cansaram-se da mesmice de suas vidas e decidiram que, a cada dia, fariam algo que nunca fizeram em toda a vida. Surgira daí o blog 365 Nuncas.  A popularidade do blog tomou proporções inimagináveis pela dupla, sendo até entrevistadas pelo Jô Soares - o que rendeu o 'nunca' do dia 10/10/2011.

Há algum tempo tenho vontade de fazer algo do tipo, dar uma movimentada na rotina é sempre bom. Decidi copiar na cara de pau me propor um desafio também. Entretanto, 365 dias é DEMAIS pra minha pessoa. Eu daria furos loucamente, me conheço. Comigo as coisas precisam ser mais homeopáticas, rs. Pensei em fazer de 30 dias...mas no final das contas, farei 12 nuncas em 2012. Haahaha, olhem como eu sou prática. Compartilhando essa idéia com uma amiga, ela topou fazer junto comigo. Então a cada mês do ano, faremos algo que nunca fizemos. Aviso logo, que provavelmente serão coisas bem singelas, até porque a real beleza da vida está nas pequenas coisas. Os nuncas mais grandiosos dos meus sonhos, como ir para New York, Londres ou esquiar na neve ficarão pra quando eu assaltar um banco tiver $ ou quando Deus bem quiser.

Opa, mas já estamos em Fevereiro Monique.... Pois eh, mas eis que lhes digo que no dia 31/01/12, última terça-feira, eu e minha amiga fizemos o nunca de Janeiro. Amanhã eu posto aqui.

Bjokas*

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

One Tree Hill again

Só pra dizer que o 1º episódio da 9ª e derradeira temporada foi awesome.
Mr. Mark Schuann está decidido a brincar com os nossos nervos.




Legenda da narração do início: Algum dia, depois de dominar o vento, as ondas, a maré e a gravidade, vamos pedir a Deus a energia do amor. E então, pela segunda vez na história do mundo, o homem terá descoberto o fogo.

***

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Um lugar chamado Tree Hill

Em Setembro de 2003 estreava aquela que eu nem sabia que seria a minha série preferida EVER: One Tree Hill. Desde então são oito anos de um relacionamento sério e sólido entre nós, rs.
Começou como uma série teen normal: high school, relacionamentos, conflitos adolescentes. Entretanto, a medida que os atores amadureciam(e eu também), os personagens e suas tramas amadureciam. Daí fomos da high school para a vida com responsabilidades e -muitos- problemas.
Alguns episódios proporcionavam diversão e risadas, já outros geravam um clima de angústia e tensão de tirar o fôlego. Teve de tudo: irmão assassinando irmão, drogas, anorexia, rivalidade, babá psicopata, sequestro, vingança, atropelamento, transplante de órgãos. Ahhh, mas também pudemos nos agraciar com casamentos, loucuras de amor, infinitas provas de amizade verdadeira, maternidade, companheirismo.
Mark Schwahn (criador, produtor e escritor) gosta e sabe fazer um bom drama. Ele consegue nos provocar emoções desde ficar aflitos até se pegar com aquele sorrizinho leve ao fim do episódio. Sem contar também, a vontade de morar em Tree Hill e ser amiga de cada um deles. Achando exagero? Converse com algum fã da série! rs*
Aliás, o nome do 9° episódio da 8ª temporada traduz o que tentei explanar: "Between Raising Hell and Amazing Grace". Um humor sutil atrelado ao drama.

E hoje, estreia a 9ª e última(snif) temporada. Os moradores dessa cidadezinha da Carolina do Norte terão o fim contado em 13 episódios ininterruptos, ou seja dentro de 3 meses será good bye forever.

Vou preparar os lencinhos, pois titio Mark ainda vai me fazer chorar bastante.

Abaixo, uma pequena amostra do porquê eu amo One Tree Hill:


***

1ª e 8ª temporada. As pessoas 'crescem' neah?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2012



"Adeus 2011, já vai tarde." Ou "2011 foi incrível" e etc. Uma questão bem subjetiva. Digo que meu 2011 foi morno, mas 'morno' não é legal. Jesus que o diga! rs*
Sou alguém que deseja muito da vida. A vida pra mim é uma dádiva, um verbo a ser conjugado em todos os tempos, em todas as pessoas. Todavia, para alguém que quer tanto da vida, tenho buscado pouco, me mexido pouco. A tal da inércia. Difícil admitir isso e mais difícil ainda escrever aqui, rs.
O meu 2011 foi uma espécie de concentração para um grande campeonato em 2012. Há muitas coisas a serem conquistadas, muitos brindes, ações de graças e com Deus sempre no centro. Sempre.
Neste ano que se inicia, vou suar mais. Preciso. Inclusive no sentido literal ( quilinhos extras, não quero mais vocês aqui). No limiar de um ano é absolutamente normal a sensação gostosa  de que as coisas serão diferentes, a vontade e disposição de fazer tudo novo. Pra quê analisar friamente e chegar a conclusão de que no final das contas é só um  número que mudou? Não. Deixe-me com minhas resoluções e metas. O problema é o quanto esse vigor é fugaz. Basta a primeira folhinha do calendário virar -e nada acontecer, para começarmos a empurrar o ano com a barriga e, de repente, já nos vermos aguardando o término de mais um ano para voltar a se iludir ter esperança, disposição e afins.
Minha atual oração é para que eu e você não deixemos isso acontecer. Vivamos intensamente cada dia, abracemos cada oportunidade, falemos mais do amor de Deus às pessoas. Vamos à luta!
Suar, esse é um dos meus verbos de 2012! E qual será o seu?

Ps: e que fim do mundo que nada! Maias fail.

domingo, 1 de janeiro de 2012

O Mel e o Féu - Reloaded

Tanto tempo sem postar...imagino que meus milhaaaaaares de leitores tenham ficado assim:

Ahhh naoooo, ela não escreveu mais! Meu Deeeeeus!

Brincadeiras a parte, digo que estou de volta! Tentarei manter uma constância em postar aqui., vou dar um pé na preguiça. Que Deus me ajude! hahaha