domingo, 11 de setembro de 2011

Aprendi com os terroristas




Hoje, o maior atentado da história completa uma década. A Big Apple , o centro comercial e financeiro do mundo foi invadida pelos ares e viu dois de seus principais símbolos irem abaixo. Na manhã de 11 de Setembro de 2001, dezenove terroristas ligados ao extremismo islâmico embarcaram em quatro voos domésticos na costa leste dos Estados Unidos para promoverem atentados contra edificações em Washington e Nova York. O planejamento do ataque foi minucioso, acredita-se que o ponto do prédio a ser invadido e a velocidade dos aviões foram friamente calculadas para que o obgetivo fosse alcançado. É de deixar qualquer engenheiro de queixo caído. Aqueles homens sabiam exatamente o que estavam fazendo. Há quem diga que os EUA mereceram isso, que isso foi um tapa na cara de sua autosuficiência e blá blá blá. Mas quem paga sempre são os inocentes que nada têm haver com jogos de interesses e conflitos políticos.

Cheguemos ao foco desse texto: eu fico realmente impressionada com a obstinação daqueles terroristas. Eles embarcaram naquelas aeronaves para morrer. MORRER. Pois o sucesso do plano, implicava na sua morte. Eles foram inteligentes e habilidodos o bastante para desestabilizar Ney York e a terra do Tio Sam, mas não o bastante para causar todo esse reboliço e saírem vivos dessa. Oi? Morrer fazia parte do plano mesmo.
Esses e muitos outros do Islã carregam essa obstinação do berço e crescem com a religião, ideologia  -ou como vc quiser chamar - sendo imputadas em sua vida. Já assisti a vídeos de crianças do Hamas, por exemplo, com metralhadoras em punho e sendo treinadas como num exército. Terrível de se ver.

Fico imaginando se nós conseguiríamos ser tão fiéis a Jesus a esse ponto. É claro que não estou dizendo que Jesus espera que sequestremos um avião cheio de pessoas inocentes e colidir com um prédio por amor a  Ele. Óbvio que não, não estou sendo literal. Mas francamente é de se parar e refletir: lutamos em prol da nossa fé até o final? Deixo bem claro que não estou com proselitismo ao Islã, tecendo elogios àqueles loucos ou apoiando sua causa. Apenas sigo à risca o que Paulo diz em I Tessalonicenses 5:21. Tento ao máximo reter o bom de tudo e não me furto disso. Sim, eu sei que numa tragédia dessas não se vê nada de bom. E não há mesmo. Entretanto me assusta demais em como essas pessoas são determinadas acerca do que acreditam.

Ontem assisti novamente ao filme Vôo United 93 que retrata os momentos no único dos quatro aviões que não atingiu o seu alvo: o Capitólio (sede do Congresso dos Estados Unidos). O filme foi baseado em gravações da caixa preta e relatos de familiares que receberam ligações de passageiros durante o sequestro. Em uma das cenas, um dos terroristas olha para o outro apreensivo e diz: "Temos que fazer agora. Temos que ir até o fim". Ok, pode conter uma pitada de viagem do diretor, mas eu me arrepiei. Voltando ao que eu já havia dito, ir até o fim significava morrer. E convenhamos que no caso dos terroristas do voo 93 foi até pior, pois morreram sem obter êxito no plano.

Ataques suícidas. Homens bomba. E muitos com vergonha de proclamar Jesus. Com vergonha de carregar uma bíblia. Com vergonha de dizer que a ama a Deus. Com medo de fazer a vontade Dele e o lha que o que Ele pede é muito menos do que se matar e matar pessoas inocentes. É muito menos do que lançar bombas. É muito menos do que armar seus filhos até os dentes. Ele só pede que você O ame através de seu amor por outras pessoas. Eita, difícil!

Ir até o fim pelo o que acredito. Tomei os terroristas como um grande exemplo. Escandalize-se você ou não.

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